segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A ORIGEM DA GRAVATA E O PÊNIS

A ORIGEM DA GRAVATA
Fazendo minhas pesquisas para confirmar o que havia lido a algum tempo atrás sobre a origem e uso da gravata, descobrir que minhas informações estavam certas no que diz respeito ao uso desse acessório.
A origem desse pedaço de tecido dependurado no pescoço remonta ao final do século XVII na França. Nesse tempo os croatas já usavam uma espécie de cachecol no pescoço, servindo para controlar a temperatura; em dias quentes usavam cachecol de linho e nos dias frio os trocavam por um feito de lã. Há informações também que no século I a.C., os soldados romanos usavam um lenço molhado e amarrado no pescoço para amenizar o calor. Ao longo da história esse apetrecho servia também como um lenço para secar o suor e limpar a boca nas refeições. O tempo passou, o lenço virou uma ‘borboleta’ e hoje temos um pedaço de tecido dependurado no pescoço simbolizando o órgão genital masculino.
Que a gravata é um símbolo do pênis, isso é muito óbvio! É só observar a forma, o local onde é posto e o tamanho. E ainda digo mais, é um pedaço de tecido que não serve pra nada, a não ser para representar a masculinidade.
Depois que pesquisei a origem e uso desse apetrecho, vou deixar de usá-lo. Sei que, como líder religioso serei descriminado por alguns conservadores (principalmente quem conserva alguns costumes sem conhecer sua origem). No entanto, Cristo me chamou para a liberdade e ninguém poderá me privar dessa dádiva nem me fazer presa de tradições insignificantes. Tenho comigo algumas fontes que provam que, a gravata moderna é sim, símbolo do pênis masculino, por hora não sei se posso divulgar essas fontes, mas, a quem interessa é só entrar em contato comigo no meu e-mail e terei o prazer de passar esse conhecimento a todos.
Pr. Israel Rezende

e-mail: israeloliveirarezende@hotmail.com

segunda-feira, 30 de julho de 2012


O DEUS DA IGREJA EVANGÉLICA
Lc 16.13 “Nenhum servo pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará outro, ou se dedicará a um e desprezará outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro.” (NVI).

Nesse texto de Lucas, que também se encontra em Mateus 6.24, o Senhor Jesus deixa bem claro que nosso coração não pode está dividido entre dois senhores. Quando falo em coração dividido estou querendo dizer algo sobre tudo que envolve a nossa vida, que seja nosso tempo, talentos e todos os outros bens, inclusive o dinheiro que é o foco desse artigo, uma vez que estamos assistindo a corrida de tantas pessoas para a igreja evangélica, correndo em busca de tantas coisas. Lendo o Novo Testamento com cuidado vamos perceber que os ensinos de Jesus, de Pedro, de Paulo e dos outros apóstolos nos direciona para uma vida mais simples, esperando sempre no Senhor que há de suprir toda necessidade.

Se essa riqueza, pregada pela famigerada teologia da prosperidade é tão importante para o povo de Deus, porque que João Batista nada possuía? E o que dizer de Paulo? Abriu mão da sua vida, trabalhou como fazedor de tendas para não tomar o dinheiro das pessoas (2Co 11.9). Muita coisa que acontece hoje dentro da igreja evangélica vai de encontro ao que está escrito na palavra de Deus. A instituição chamada ‘igreja’ tornou-se um meio de enriquecimento de muitos líderes que, pela esperteza tem enganado muitos membros. Em troca de orações e objetos ‘ungidos’ eles estão cada vez mais ricos, enquanto a grande massa de membresia continua na pobreza, se mantendo firma apenas pela esperança de que, de repente sua vida dê uma virada; afinal, ela cumpriu com a obrigação de pagar o carnê ou levar o dinheiro referente ao voto que fez perante o líder descarado que, com palavras cheia de astúcia e psicologia manobra a mente e o raciocínio dos menos favorecidos.  O que será dessa liderança corrompida quando Deus despertar a mente e o coração do povão? Onde que eles vão arrumar dinheiro pra comprar aviões, carros importados, mansões e tantos bens materiais adquiridos por meios de dízimos e ofertas, os quais deveriam ser destinados pra suprir a necessidade dos mais pobres? Essa vida de luxúria e conforto material é incompatível com o verdadeiro pregador do evangelho, não estou dizendo que precisamos viver em constante necessidade financeira; mas quando determino que preciso enriquecer a todo custo, estou no meu coração dispensando o Deus todo poderoso. A Bíblia não proíbe a riqueza, é uma bênção de Deus para todo o homem, mas quando vou pra igreja só pra acontecer uma ‘virada’ financeira na minha vida aí é onde está o erro. “... por isso, tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeito.” (1Tm 6.8).

Outra questão que precisa ser ponderada é a associação com pessoas ímpias. Nesse período de eleições municipais estamos assistindo muitos pastores indo em público e declarando o seu apoio a determinados candidatos. Acho que, ninguém que esteja liderando uma igreja possa chegar publicamente e declarar o seu apoio a esses homens. Não consigo entender como alguém que pastoreia igreja declare apoio a reeleição do prefeito da cidade do Rio de Janeiro. Também não entendo como esses líderes apoiam candidatos ligados ao PT. A vida pública desses homens não está de acordo com o padrão de vida estabelecido por Deus e que se encontra nas escrituras; no livro de romanos, Paulo tem uma palavra sobre isso, quando diz: “Embora conheçam o justo decreto de Deus, de que as pessoas que praticam tais coisas merecem a morte, não somente continuam a praticá-las, mas também aprovam aqueles que as praticam.” (Rm 1.32). Claro que, política, dinheiro, corrupção, mentira, falsidade andam tudo junto e aí não é lugar para servo de Deus.

Antes de encerrar esse artigo, tem mais um ponto de suma importância para tratar, é sobre a motivação das pessoas em procurarem uma igreja evangélica. Estamos acostumados a ouvir várias estórias chamadas de ‘testemunhos’, o que não passa, muitas vezes de tramas montados em cima de um tema para chamar a atenção das pessoas. Na verdade, muitos desse ‘testemunho’ são estórias cabeludas que não merece crédito. Esses homens que possuem vários títulos; uns são apóstolos, outros missionários, bispos, pastores, etc... São, pelos frutos que produzem os falsos profetas dos últimos tempos e eles trocaram o Deus verdadeiro por um ídolo chamado dinheiro.

Pr Israel Rezende
pastorisraelrezende@gmail.com

terça-feira, 29 de novembro de 2011

quinta-feira, 22 de julho de 2010

O REINO DE DEUS

INTRODUÇÃO: Os Evangelhos são comumente chamados de “Boas novas do Reino”, bem como sabemos o “Reino de Deus” ou dos “Céus”, (escrito com letra maiúscula) foi o assunto de todo o ensino de Yeshua. Quando ele se reunia com os discípulos, ou ensinava na Sinagoga, trazia para seus ouvintes o que era de respeito ao seu reino. Devemos estudar para entender o “Reino de Deus”, a partir do reino dos homens; de certa forma foi isso que Jesus fez nas parábolas; para ensinar lições sobre o seu reino, coletou elementos terrenos e aplicou o seu significado, exemplificando como é a vida no seu reino.

Os ensinos do reino que Jesus trouxe é de fato, para constranger o homem à mudar seu comportamento diante das pessoas e também consigo mesmo. Se esses ensinos não for capaz de mudar o interior do homem, ele não entrará nesse “Reino” e, consequentemente estará reservado a ele o juízo eterno; ...”quem não crê já está condenado”. (Jo 3.18).

Um modelo que, mesmo sendo remoto, serve de ilustração para que possamos entender um pouco melhor o que se trata a vida nesse reino, podemos ver logo no início da Bíblia a historia da criação. O texto está em Gn 2.4-25. somente esse texto é incompleto para que venhamos a entender, precisamos ir para o final da Bíblia, em Ap 21.1-7, 22-26; 22.1-6. temos nessas duas passagem o começo e o desfecho final da trajetória da humanidade, que possuía o reino, no Éden, o perdeu quando pecou e reconquistou ao aceitar o filho de Deus como o salvador.

Iremos discutir alguns tópicos nesse sucinto estudo sobre o Reino de Deus:
-De quem é o Reino?
-Quem reina sobre quem?
-Quem vai entrar nesse Reino?
-Quando começa esse reino?
-O que fazer para entrar nele?
Esses e outros temas serão analisados com a ajuda daquele que conhece todas as coisas, o Espírito Santo de Deus.

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1- O REI ETERNO. Em todo reino deve existir um rei, e nesse reino não é diferente. Os reinos terrenos possuem os reis da terra, que dominam sobre seu território. No Reino de Deus, JESUS é o grande REI. Logo quando ele nasceu foi anunciado a Herodes, o rei terreno, que havia nascido um outro Rei (Mt 2.1-3). Observe então que, desde recém-nascido Jesus é chamado de Rei.

2- A MENSAGEM DO REINO. O profeta João Batista nasceu para preparar o coração das pessoas para a chegada desse Rei a sua mensagem está em (Mt 3.1-11; Mc 1.2-8; Lc3.1-18). Pregou uma mensagem de transformação interior pois, só assim eles entenderiam a forma de reinar desse Rei. Por isso a principal pregação de João era “arrependei-vos”.

3- LIMPEZA ESPIRITUAL. A preparação das pessoas para a chegada do Rei e o seu Reino incluía a lavagem por imersão em águas, que é o ritual do batismo. Um sinal público de que a pessoas mudou seu comportamento e se compromete a seguir os ensinos do Rei Jesus. Lemos assim em Mateus 3.11 e 12 que ele, João batiza com água e o Rei Jesus complementa essa purificação.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

O DIA QUE O SENHOR AGIU

SALMOS 118.24
Este é o dia em que o SENHOR agiu; alegremo-nos e
exultemos neste dia.

INTRODUÇÃO: A origem deste Salmo parece Ser anônimo, pelas experiências relatadas dar-se a entender que talvez Davi, ou outro Rei que tenha enfrentado batalhas o tenha escrito para mostrar o poder que Deus disponibiliza aos que confiam nele.

1- CADA DIA QUE O SENHOR NOS DAR
Devemos ter em mente que, cada dia que se inicia foi o Senhor quem o fez e nos presenteia. Quando amanhece o dia, nós o entregamos nas mãos de Deus e em forma de súplica devemos pedir a ele que nos guie de forma segura a cumprir tudo que foi planejado.

2- VIVER INTENSAMENTE TODOS OS DIAS
Os dias que vivemos são oportunidades concedidas por Deus para que presenciemos o seu agir nas diversas circunstancias. Viva cada dia sabendo que o Senhor vai te conduzir para diversos acontecimentos que farão com que seu nome seja glorificado e você passe a ter mais confiança nele.

3- A ALEGRIA DE VIVER TODOS OS DIAS
As experiências espirituais devem servir de testemunho para nos encorajar a continuarmos vivendo alegremente. O que não pode faltar no coração do crente é a esperança e quem tem esperança é porque tem vida e estar vivo e pode se alegrar, sabendo que a tribulação um dia passará e de uma forma ou de outra o crente cantará a vitória.


Este salmo revela a nós alguns atributos de Deus como: Sabedoria, Majestade e Poder. O autor passa a revelar apartir do relato das experiências pessoais e também como livramentos coletivos. Deus ampara os que confiam nele, por isso diz o salmo: “melhor é confiar no Senhor do que no príncipe”.



Pr Israel Rezende

sábado, 5 de setembro de 2009